Natal terá corredor de ônibus de 24 km

Deu no Blog do Planalto:

“Durante reunião no início da tarde desta terça-feira (24/11) no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, o vice-governador do Rio Grande do Norte, Iberê Ferreira de Souza, e a prefeita de Natal, Micarla de Sousa, apresentaram ao governo federal projeto para melhorar a mobilidade urbana da capital. Foi aprovado o financiamento de um longo corredor para ligar o novo aeroporto São Gonçalo do Amarante, o estádio Arena das Dunas e a rede hoteleira da cidade. O corredor de transporte projetado tem 24 quilômetros de extensão e vai custar R$ 377 milhões, financiados pela Caixa Econômica Federal por meio do programa Pró-Transporte, com recursos do FGTS.

Participaram da reunião os ministros Paulo Bernardo (Planejamento), Orlando Silva (Esporte) e Márcio Fortes (Cidades), o vice-governador do Rio Grande do Norte, Iberê Ferreira de Souza, e a prefeita de Natal, Micarla de Sousa, além de representantes da Casa Civil, da Secretaria de Relações Institucionais, do BNDES e da CEF.”

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AGU garante doação de gado e mantém multa

A Advocacia-Geral da União – AGU manteve a multa aplicada pelo Ibama na Operação Boi Pirata II e a apreensão de 700 bois do pecuarista Sílvio Adriano Gonçalves Queirós, que ocupa área de preservação ambiental da Floresta Nacional do Jamanxim, no município de Novo Progresso (PA).

A operação foi realizada para coibir a criação de gado em áreas desmatadas e as queimadas ilegais na Amazônia, sobretudo na Floresta Nacional do Jamanxim. O gado apreendido, doado ao Ministério do Desenvolvimento Social, será efetivamente destinado aos programas sociais do governo.

A Procuradoria Federal Especializada junto ao Ibama – PFE/Ibama conseguiu, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região – TRF1, suspender a decisão da Justiça Federal de Santarém, favorável ao pecuarista, que suspendia a multa e permitia a continuidade da exploração da área de preservação ambiental.

A PFE/Ibama recorreu contra a liminar de primeira instância no TRF, que acolheu os argumentos de que a multa e a Operação Boi Pirata buscam coibir o desmatamento de áreas de preservação na Amazônia, considerado crime ambiental.

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Trilhas são reabertas em Brasília

As trilhas da Capivara e de Cristal Água, do Parque Nacional de Brasília, mais conhecido como Água Mineral, foram reabertas ao público neste sábado (21/11). As trilhas foram fechadas em setembro, por medida de segurança, diante da ocorrência de quatro assaltos e uma tentativa de assalto, principalmente na trilha da Capivara.

Agora, os visitantes vão contar com a proteção de três policiais da Companhia de Polícia Militar Ambiental – CPMA, que passarão a prestar apoio aos visitantes durante todo o horário de visitação, das 6h às 16h, fazendo o monitoramento em motocicletas das trilhas da Capivara e Cristal Água, além das piscinas e dos estacionamentos.

A abertura das trilhas ocorre dias antes do aniversário de 48 anos do Parque Nacional de Brasília, que será comemorado no próximo dia 29. Apesar de todos os problemas de uma unidade de conservação instalada no meio urbano, o parque tem muito o que comemorar. Sua área protegida de 42 mil hectares de cerrado resiste bravamente a ameaças de todos os tipos.

ICMBio

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Abertas inscrições para competição em Baía Formosa

Estão abertas as inscrições para o Boardflex Rio Doce Classic de Surf 2009, que acontece nos dias 28 e 29 de novembro, nas boas ondas de Baía Formosa, litoral sul do Rio Grande do Norte. A competição terá sete categorias em disputa – Iniciantes, Mirim, Júnior, Open, Sênior, Master e Grand Master.

A premiação inclui pranchas Rio Doce e blocos e roupas da Boardflex.

Mais informações com Elias Lamas: 84 8811.2154

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Trapiá está totalmente preservada

A Caverna de Trapiá foi descoberta em 2003, mas somente em fevereiro de 2009 o Centro Nacional de Pesquisa e Proteção de Cavernas – Cecav iniciou as expedições topográficas no local. Foram quatro viagens ao município de Felipe Guerra. “A caverna está localizada em uma área com baixíssima ocupação humana e praticamente sem atividades produtivas. Por enquanto, não há ameaças”, afirma o analista ambiental Diego Bento, do Cecav.

Integralmente preservada, a caverna tem como única entrada um abismo de 18 metros no meio da vegetação. “Podemos afirmar com certeza que as únicas pessoas a estarem dentro da caverna fomos nós, pois não encontramos vestígios de humanos, como pegadas”, garante.

Tanto é que a exploração dos mais de dois mil metros foi um verdadeiro desafio. “Algumas vezes tinha uma colméia de abelhas no abismo da entrada, outras vezes estava no período chuvoso e partes da caverna estavam inundadas”, conta Bento. Ele diz que o maior problema encontrado pelos pesquisadores durante a exploração foi o calor intenso dentro da gruta.

O pesquisador diz que eles ficavam no mínimo seis horas dentro da gruta a uma temperatura que variava de 29ºC na entrada até 34ºC em alguns trechos. Isso exigiu o transporte de grande quantidade de água nas expedições, além de preparo físico e psicológico.

“Para se ter uma idéia, foram necessários cerca de seis litros de líquido (entre água e isotônicos) por pessoa em cada dia de trabalho na caverna. O calor e a alta umidade podem facilmente desidratar o corpo”, contou.

Bento avalia que essa temperatura e, principalmente, o acesso por meio de rapel foram responsáveis pela manutenção da completa integridade da caverna até hoje.

“As descobertas e as dificuldades fazem da Caverna do Trapiá um patrimônio natural de importância inquestionável, mas seus desafios e cenários de rara beleza estarão disponíveis apenas para poucos e dispostos felizardos. Talvez seja melhor assim”, comenta.

Segundo ele, o Cecav organizou quatro expedições para mapear a caverna este ano. A primeira foi em fevereiro, quando foram mapeados 1.225 metros. A segunda foi em março, mas dessa vez não deu para continuar o trabalho porque havia chovido bastante e parte da caverna estava inundada.

A terceira foi em setembro, quando foram mapeados cerca de 900 metros e se constatou que a caverna tinha cerca 2.150 metros. A quarta expedição foi no dia 7 de novembro, quando os pesquisadores terminaram a topografia e chegaram aos dados finais.

AGBio

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Caverna do Trapiá tem diversidade de fósseis

No interior da Caverna de Trapiá os pesquisadores descobriram grande quantidade de fósseis de animais pré-históricos como preguiças gigantes, que viveram na região até mais ou menos dez mil anos atrás.

A entrada da caverna é um abismo de 18 metros de altura, formando uma espécie de funil, para onde as águas das chuvas escorrem durante as enxurradas. Isso faz com que ossos de bichos que morreram fora da caverna sejam levados para dentro dela pelas águas. Além disso, o ambiente no interior da gruta é favorável à preservação dos ossos e à fossilização.

Segundo o analista Diego Bento, do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavenas – Cecav, fotos dos fósseis foram enviadas para especialistas.

Além disso, os pesquisadores encontraram também alguns espeleotemas incomuns na região, como helictites, velas e as primeiras flores de gipsita encontradas em cavernas do Rio Grande do Norte.

Os espeleotemas são formações que só ocorrem dentro de cavernas, como as estalactites e estalagmites.

De acordo com Diego Bento, as helictites são uma espécie de estalactite que não cresce para baixo, e sim para os lados e para cima, geralmente a partir de uma estalactite. As velas são estalagmites muito compridas. As estalagmites são comuns em cavernas, mas as ativas (ainda em crescimento) são bem mais raras.

Ele diz ainda que, atualmente, graças a esses trabalhos, o Cecav mantém parceria com os principais grupos de espeleologia do Brasil e participa de todos os eventos científicos da área. “As cavernas do Rio Grande do Norte têm estado em destaque em todo o Brasil há algum tempo graças ao trabalho do Cecav e esse trabalho com a Caverna do Trapiá só vem a ajudar”, revela Diego Bento.

AGBio

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RN tem uma das maiores cavernas do Brasil

Ao concluir o mapeamento topográfico da Caverna do Trapiá, em Felipe Guerra, a 375 km de Natal, uma equipe de analistas ambientais do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas – Cecav, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio, chegou a uma constatação. Com seus 2.302 metros de projeção horizontal e 2.330 metros de desenvolvimento linear, a Trapiá é a maior gruta do Rio Grande do Norte e uma das maiores do Brasil.

Só para se ter uma ideia, o seu tamanho corresponde a mais de três vezes o da segunda maior caverna do estado, que tem 730 metros, e ultrapassa o de uma das maiores grutas do Nordeste, a Ubajara, que fica no Parque Nacional de Ubajara, no Ceará, e tem, segundo o Cecav, 2.200 metros.

O seu perfil, conforme disse o analista ambiental Diego de Medeiros Bento, difere totalmente do padrão das cavernas da região que têm, em média, entre 100 e 500 metros.

Mas a grandeza da gruta não está restrita a seu tamanho. O professor e pesquisador da Universidade de São Paulo – USP e um dos espeleólogos pioneiros das cavernas do Rio Grande do Norte, Francisco da Cruz, que pretende desenvolver pesquisas de geocronologia na Caverna do Trapiá, disse que ela é a maior caverna do Brasil em rochas do Cretáceo (período geológico que vai de 144 a 65 milhões de anos atrás).

Nesse período, explica o analista Bento, formou-se o calcário da Bacia Potiguar, uma região com grande ocorrência desse mineral entre o Rio Grande do Norte e o Ceará.

O Rio Grande do Norte já é conhecido pela grande quantidade de cavernas. Com essa descoberta, passa agora a compor o rol das regiões com grutas de grande porte. “A Caverna do Trapiá coloca o Rio Grande do Norte entre os estados com cavernas grandes e levanta a possibilidade de novas descobertas”, disse Bento.

AGBio

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Abraço ao mar em Ponta Negra

Surfistas e kitesurfistas se reúnem neste sábado, às 9h, em frente ao Morro do Careca, cartão-postal da capital potiguar, para protestar contra a construção de um emissário submarino, que jogará o esgoto praticamente sem tratamento no mar.

De acordo com o geólogo Eduardo Bagnoli, as bactérias e coliformes fecais vão acabar contaminando as praias do litoral do Rio Grande do Norte.

A movimentação é organizada pelo próprio Eduardo e pelo big rider potiguar Aldemir Calunga. Eles vão formar uma grande corrente de surfistas no mar.

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Visanet não sentiu a crise

A Visanet não sabe o que é crise. A empresa líder no setor de pagamentos no País atingiu lucro líquido de R$ 396,7 milhões no terceiro trimestre, 34,8% maior em relação ao mesmo período do ano passado.

A quantidade de transações com cartões de crédito e débito cresceram 20,8% e 22,1%, respectivamente.

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80% dos idosos sustentam suas casas

O levantamento Longevidade Brasil, pesquisa do Bradesco Vida e Previdência, verificou que 80% das pessoas com idade entre 55 e 73 anos sustentam suas famílias. A pesquisa entrevistou 2 mil pessoas em todas as regiões do País.

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